InforCEF - jornal escolar do Centro de Estudos de Fátima - nº 39, Dezembro de 2003
O texto está
correcto... Pedi aos meus alunos do 6º D que lessem juntamente com os pais um texto intitulado "O difícil diálogo" (Fenwick, Elisabeth, SMITH, Dr. Tony, Adolescência, Civilização) entre pais e filhos e que escrevessem a opinião deles. Todos escreveram coisas maravilhosas, algumas das quais gostaria de partilhar com os leitores do Inforcef. O meu agradecimento aos Encarregados de educação pela abertura, partilha e opinião. Pe. José Sousa
Eu
concordo com o que o texto diz, embora nem sempre o faça.
Devemos dar mais atenção aos filhos, sabê--los ouvir e discutir as suas
ideias. É importante que cada um saiba ouvir o outro.
Para haver um bom diálogo não deve haver interferências (televisão, rádio,
etc.) (Joana Patrícia)
A opinião da minha mãe em relação ao texto é de total concordância.
É muito importante existirem momentos em que a família se reúna para
conversar, para saber qual a opinião em relação a determinado assunto e,
principalmente, haver respeito uns pelos outros. Os pais devem prestar
atenção às opiniões dos filhos, esclarecê-los sempre que tenham dúvidas:
mostrar total disponibilidade e ter em conta a sua opinião.
(Ana Menezes).
Tudo o que o texto diz é verdade, só que às vezes há muito pouco tempo
para haver mais diálogo do que há (opinião da minha mãe). O texto está
correcto, porque, por vezes, o tempo para se dialogar é muito pouco,
devido ao trabalho, que tem horários longos. Tentamos dialogar normalmente
ao jantar, quando estamos todos juntos. E, muitas vezes, mesmo assim,
entramos em conflito porque não estamos de acordo uns com os outros
(opinião do meu pai, Jorge Miguel Antunes Moreira).
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Conselhos
a um adulto Vai trabalhar, mas depois vem brincar, saltar, pular... A vida tens de ganhar, mas com as crianças deves conviver e os outros da família tens de ajudar a sobreviver (Sara Catarina M. Calado, 7ºD Todos têm de trabalhar... Os adultos no presente... Quanto aos jovens, só lhes resta estudar! (Rute, tºD Quando alguma coisa corre mal, não fiques "fulo"... Se pensares..., pedir desculpa não fica mal Não digas asneiras, que fica mal e estás a ensiná-las aos mais novos Começa a pensar um pouco... Fabiana, 7ºD