InforCEF - jornal escolar do Centro de Estudos de Fátima - nº 39, Dezembro de 2003


Manhã pura e alegre

No dia 1º de Dezembro assinala-se a restauração da Independência de Portugal. Falecido o cardeal-rei D. Henrique, em 1580, sem ter designado um sucessor, Filipe II de Espanha, neto do rei português D. Manuel I. Invadiu Portugal e submeteu-o a 60 anos de domínio. Foram três os reis espanhóis que governaram Portugal entre 1580 e 1640 – Filipe I, Filipe II e Filipe III.

A capital do Império passou a ser Madrid e Portugal foi governado como uma Província espanhola.

Como é natural, os portugueses viviam descontentes e compreendiam que só uma revolução bem organizada lhes poderia trazer a libertação.

Assim, no dia 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40 fidalgos dirigiu-se ao Paço da Ribeira onde estavam a Duquesa de Mântua, regente de Portugal, e o seu Secretário, Miguel de Vasconcelos.

A Duquesa foi presa e o Secretário morto. Foi assim que Portugal recuperou a sua independência, sendo D. João IV,. Duque de Bragança, aclamado rei, com o cognome de "O Restaurador".

Jéssica Pereira Oliveira, 6º A

Voltar ao Índice

Um grupo de fidalgos, que reúne em casa de D. Antão de Almada, prepara em Lisboa a revolução que há-de expulsar as forças espanholas e tornar a pôr no Trono um rei português. D. João, duque de Bragança, é convidado a chefiar a conjura e aceitar a Coroa. Analisa cuidadosamente as possibilidades de triunfo e, finalmente, decide-se. Mas sabe andar com todas as cautelas, porque os espanhóis continuam a vigiá-lo. Combina-se para o dia 1 de Dezembro de 1640 o golpe contra os Espanhóis.

E, na "manhã pura e alegre", como inspiradamente lhe chamaram, ao bater das nove horas, saem os fidalgos conspiradores das suas carruagens no Terreiro do Paço, entram no palácio onde vive a Duquesa de Mântua, que representa Filipe IV. (…)

Laura do Carmo S. Reis, 6ºA

Voltar ao Índice